Os números da Feijoada em 2010
Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Minty-Fresh™.
Números apetitosos
Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 1,400 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 3 747s cheios.
Em 2010, escreveu 3 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 7 artigos. Fez upload de 6 imagens, ocupando um total de 270kb.
The busiest day of the year was 30 de Setembro with 26 views. The most popular post that day was O boizinho triste e o sofrimento do peixinho.
De onde vieram?
Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram crunchgear.com, ow.ly, evolo.us, gambang-x.com e pt.wikipedia.org
Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por fiat strada, strada, strada fiat, fiat strada 2005 e eucatex
Atracções em 2010
Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.
O boizinho triste e o sofrimento do peixinho Setembro, 2009
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Water-Scraper: Arquitetura submarina Março, 2010
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Como prevenir assaduras nos bebês Março, 2010
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Pedreirão de Salto de Pirapora Fevereiro, 2010
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A mulher do cara do Christafari Setembro, 2009
Water-Scraper: Arquitetura submarina
Com essa história de aquecimento global e, consequentemente, o aumento do nível do aceanos podemos até no preocupar com problemas como falta de espaço para moradias, principalmente nos países mais desenvolvidos e seus grandes centros urbanos que já sofrem, de certa forma, os impactos da superpopulação se aglomerando em imóveis cada vez menores, prédios cada vez mais altos ou barracos cada vez mais miseráveis. Mas para o homem, o grande mamífero com polegar opositor, tudo pode ser resolvido com um pouco de inteligência e muito dinheiro. Porque, em vez de construir edifícios gigantescos não construímos casas na água? Foi isso que pensou o designer que levou a menção especial do eVolo Skyscraper Competition 2010. O Water-Scraper é basicamente uma ilha flutuante mesclada com um prédio submarino gerando e consumindo energia renovável e a própria alimentação.
A proposta possui também um mote consciente e sustentável. O Water-Scraper utiliza uma grande variedade de tecnologia verde. Gera energia elétrica através do movimento das ondas, utiliza a energia eólica (vento) e painéis captam a energia solar. Além disso produz o próprio alimento graças à pequenas fazendas (no interior do edifício ou aquáticas) e hidroponia.
A superfície da ilha possui possui uma pequena floresta e nos andares inferiores estão as moradias e ambientes de trabalho. O edifício é mantido na posição vertical utilizando um sistema de reatores auxiliado por um conjunto de “tentáculos” que geram energia cinética.
A visão do arquiteto é que em alguns anos, devido às mudanças climáticas, grande parte dos mares será preenchida por esse tipo de moradia.
Um conceito e projeção um pouco melhor do que Waterworld (é, aquela bosta de filme) mas, mesmo assim, um pouco sombria.
Outras fontes:
- http://www.inhabitat.com/2010/03/09/underwater-skyscraper-is-a-self-sufficient-city-at-sea/
- http://www.crunchgear.com/2010/03/09/inverted-ocean-bound-seascrapers-aqua-communes-for-the-future/
- http://www.coolest-gadgets.com/20100310/waterscraper-live-huge-ecodisaster/
- http://www.geekologie.com/2010/03/underwater_seascrapers_of_the.php
- http://dvice.com/archives/2010/03/gorgeous-waters.php
Como prevenir assaduras nos bebês
À alguns meses estava desempregado (como um monte de gente por aê) e naquele desespero de conseguir alguma coisa prestei mais de 10 concursos em menos de 6 meses. Bem que falam que o perigo de procurar emprego é que você pode acabar achando. Acabei passando em um dos concurso, o de Agente de Educação Infantil da Prefeitura de Campinas e, na moral, nem sabia quais eram as atribuições do cargo. Foi no meio dos exames admissionais e leva e trás de documento que tive uma idéia do que ia fazer e só quando comecei a trabalhar mesmo descobri que, na verdade, minha função era cuidar de criança e esse “cuidar” (palavras que as pedagogas gostam tanto de usar) é basicamente não deixar eles se matarem e trocar fralda suja, e, no meio de tudo isso, dar comida e botar pra dormir. Depois de um tempo fazendo isso todos os dias a gente acaba pegando um certa prática e aprendendo um monte de coisa útil. Como esse blog tem milhares de acessos todos os dias, resolvi criar um artigo de utilidade pública e fazer minha boa ação do dia.
Vou deixar abaixo uma listinha simples de como prevenir e curar as assaduras dos bebês. São coisas básicas mas nem por isso são inúteis.
Cuidados básicos
- Mantenha o bebê limpo e seco
- Remova bem a sujeira. Procure não deixar nadinha de fezes. O ideal é lavar o bumbum do bebê sempre que ele fizer cocô, mas se não houver como dar o banho limpe muito bem com o lenço umidecido.
- Quando for enxugar o bebê seque bem as dobrinhas para evitar a umidade.
- Troque as fraldas com frequência. Não deixe o bebê molhado de xixi por muito tempo.
- Procure passar sempre uma pomada contra assaduras (Hipoglós, Bepantol, etc). Mas antes de usar qualquer pomada, se puder, consulte o pediatra. Algumas crianças podem ter reação alérgica a certos produtos.
- Alguns bebês tem reação alérgica até à certas fraldas. Se notar vermelhidão na região da fralda procure um médico ou faça um teste utilizando uma outra marca.
- Lave bem as mãos antes e depois de limpar e trocar seu bebê
- Não esfregue muito a pele do bebê. Se puder, utilize sabonete líquido (se certificando que a criança não tenha alergia à nenhuma substância presente no sabonete) na hora do banho e cuidado com as toalhas na hora de enxugar.
- Procure colocar a fralda diretinho (atenção às coxas) para que não vaze xixi ou cocô.
- Atenção às roupas. Roupas apertadas ou quentes demais podem ajudar no aparecimento de assaduras ou outras alergias.
Importante: Se as assaduras forem graves ou persistentes, procure a ajuda do médico dermatologista ou pediatra para orientação.
Importante 2: Não criei essas dicas do nada. Tenho um pouco de prática e li algumas linhas sobre o assunto. Mas também não sou médico. O ideal, antes de qualquer coisa, é procurar orientação médica. Não tome nenhuma medida antes de se certificar. Todos os bebês são diferente. Alguns são mais delicados, outros podem ser alérgicos à certos produtos. Se tiver alguma dúvida, não medique o bebê sem orientação de um profissional da saúde.
Todas as dicas foram tiradas daqui: http://dermatologia.kabunzo.com/2007/04/04/assaduras-no-bebe/
Pedreirão de Salto de Pirapora
Nesse último final de semana eu e minha mulé fizemos uma viagem legal. Bom, não foi assim uma viaaagem, mas foi bem divertido. No sábado depois do almoço, depois de uma rápida pesquisa no Maps e no Youtube, decidimos tentar achar a tal pedreira em Salto de Pirapora, uma cidadezinha do lado de Sorocaba e a mais ou menos 80km daqui de Indaiatuba.
Arrumamos as malas correndo, abastecemos a motoca e depois de umas duas horas (a motoca é velha. Não dá pra abusar), um caldo de cana e um tanque de gasolina a gente já tinha chegado em Salto (é assim que a turma chama. Mesmo que exista outra Salto, ninguém fica falando “Salto de Pirapora”, só Salto). Procuramos uma pousada por lá antes de ir pra pedreira e descobrimos que o lugar é pobre de hospedagem (achamos apenas duas pousadas lá. Uma não aceitava casal [?] e outra não tinha ninguém pra atender. Além dessas pousadas achamos um pulgueiro inominável com quartos feitos de divisórias de eucatex. Ninguém aqui é fresco, mas lá não dava pra ficar) . Tá certo, não existe razão de ficar por lá mesmo, além da pedreira.
Fomos direto pra pedreira e trocamos de roupa no banheiro (que não tinha como trancar a porta) de um butequinho lá perto. Cara! Pelas fotos a pedreira parece ser legal, mas quando você chega lá e vê ao vivo percebe que é mais legal ainda. O lugar não tem muita estrutura (tem a tia do churrasco de gato e o cara que aluga bóias e vende cajibrina) mas acho que, por isso, é até mais gostoso.
Ficamos lá até as 19:00. Ainda tava claro e não dava vontade de sair. Fomos pra Sorocaba, jantamos num restaurante japonês abandonado (o lugar é tão obscuro que não tem nem no santo Google. Fica do lado desse aqui) e passamos a noite num hotel, tomamos um café da manhã lixoso no Extra e zarpamos pra Salto de novo. Quase lá a moto quebra, pra variar. A corrente estourou e ficamos lá no meio do nada. Tentei consertar mas não rolou porque não tinha ferramenta pra isso. Pouquinho tempo depois já tinha um palpiteiro lá (apesar de palpiteiro achei o cara legal) e logo depois um guincho da DER parou pra dar um mão. Sorte que o cara tinha uma caixa de ferramentas (entre elas o bom e velho alicate universal e a necessária chave 19) e a gente conseguiu consertar o bagulho.
E tocamos pra pedreira de novo. Passamos o dia todo flutuando nas bóias e curtindo o sossego (que só se encontra lá do outro lado do buraco, porque no início é cheio de gente e carros fazendo duelo de som). Um amigo encontrou a gente por lá. A moto ameaçou quebrar de novo (o conserto foi meio vagabundo) e resolvemos guinchar com a Strada do nosso camarada.
E até que enfim a gente chegou em casa, só o pó da rabiola, com a moto encostada mas com o fim de semana bem aproveitado.
Segue abaixo algumas dicas pra você aproveitar melhor o lugar:
- Se você não gosta de muvuca evite os domingos e feriados. Caso só possa ir nesses dia procure ir o mais cedo possível. Antes do almoço não tem tanta gente. Na parte da tarde aquilo ferve de molecada competindo pra ver quem pula mais do alto ou pra ver quem tem o som mais potente no carro. E o repertório é RAP, funk ou banda Dejavu.
- Leve bóias (ou colete salva-vidas, colchão inflável ou qualquer coisa que flutue) ou alugue no local. Na barraquinha que tem lá, até ontem custava R$ 2,00 por bóia e um documento calção (você tem que deixar algum documento pra pegar devolta quando você devolver a bóia). Mas vale a pena. Nenhum lugar da pé. Você logo cansa de nadar e no poção é uma chatice ficar saindo e entrando toda hora.
- Passe MUITO protetor solar. Como a água é geladinha você não percebe mas o sol de lá é assassino.
- Não tem restaurantes ou comida decente por perto (tirando o churrasco de gato da tia). Se for de carro leve lanche. Se preferir pode ir almoçar em Salto.
- Ir de moto é bem legal mas tem suas desvantagens. Não tem onde guardar sua coisas lá. Você pode deixar suas coisas na barraquinha de bóia se confiar (eu não confio) ou arriscar deixar num local que você possa ver, mas qualquer lugar que você possa ver não é perto o suficiente pra você impedir que levem suas coisas. O ideal é ir com um carro de apoio ou uma galera grande. Ou, dane-se, largue as coisas em qualquer lugar e tenta a sorte (que nem a gente fez. Incrivelmente não sumiu nada).
- Se você não sabe nadar muito bem não arrisque. Em nenhum lugar dá pé.
E aqui abaixo um vídeo que fizemos por lá!
Mais sobre a pedreira de Salto de Pirapora?
Desciclopédia - Salto de Pirapora – A Pedreira
Brasil Mergulho – Pedreira Salto de Pirapora
As novas do Galeriani – A Pedreira de Salto de Pirapora
Spin Travel – Ecoturismo: mergulho na Pedreira (Salto de Pirapora-SP), Brasil
Aldemar’s Scuba Diving Site – Galeria de Fotos – Pedreira, Salto de Pirapora, SP
Impressão digital
Passei rapidinho só pra linkar um site muito legal sobre papelaria personalizada que encontrei navegando por aê. Pra ser mais exato achei no Flickr. É um tal de Moo (esse, não esse), um site gringo onde você pode usar sua fotos do Flickr para personalizar os produtos. Não é um Zazzle da vida porque a gama de produtos é bem menor, mas o que impressiona é a qualidade dos itens e a automação do processo de personalização. Você pode subir e editar as fotos em lote e é tudo muito prático. Destaque para esse produto aqui, uma espécie de porta retratos BEM legal!
* Não, não me pagaram nada pra fazer propaganda aqui no Blog, mesmo porque, acho que ninguém lê essa joça ainda…
O boizinho triste e o sofrimento do peixinho
Churrasquinho da turma do trabalho, cervejinha morna no copo, linguiça apimentada, coraçãozinho de frango e kafta na grelha. Conversa vai, conversa vem. Já tínhamos falado de tecnologia, malhado o presidente da república, elogiado as caipirinhas que estavam fazendo na cozinha e então, no meio desse turbilhão de assuntos típicos de churrascos, alguém falou que só não comia carne de vitela. Perguntaram porque e do que era feito. É o aborto da vaca, foi a explicação seguida de um punhado de caras de nojo e reprovação. Depois do churras, apesar de já saber o que era vitela, vim aqui na net dar uma olhada e percebi que não é bem o aborto da vaca, mas é quase. Segundo uma pá (1,2,3) de sites (a maioria deles sobre os direitos dos animais) vitela é a carne do bezerro bem novinho, com cerca de quatro meses. A indústria laticínia constuma rejeitar os bezerros machos, já que eles não produzirão leite, e pra ganhar um dinheirinho em cima do boizinho mal amado confina o nenê (cuti cuti) numa baia apertadinha e escura. Daê entope ele de alimento líquido e em pouco tempo o bichinho já tá grandinho o suficiente pra ser abatido e vendido como uma fina iguaria do mundo alimentício. Lembrei do caso do sashimi de peixe vivo. Pesquisando melhor descobri que o sashimi se chama ikizukuri e, sim, o peixe fica mesmo vivo no seu prato, com coração batendo e guelrra se mexendo, enquanto você come ele. Bom, eu não sou vegetariano nem nada assim, justo pelo contrário. Meu negócio é carne, vermelha e mal passada. Mas determinadas coisas me causam uma certa aversão ou algo desse tipo. Não sei se sou hipócrita ou contraditório ao pensar assim, mas me sinto bem comendo carne de vaca ou sashimi, mas não me sinto bem comendo carne de vitela ou ikizukuri. Do mesmo jeito que não ligo de comer um frango, mas detesto passarinho na gaiola. Bom, se você espera uma boa conclusão pra esse texto, me desculpe, mas esse blog nem sempre vai dar respostas ou chegar em conclusões. Só não gosto de pensar no boizinho triste e nem no sofrimento do peixinho.
Olá, universo!
Tem um monte de gente com um monte de blog por aê. Blog sobre isso, blog sobre aquilo, blog sobre nada ou blog sobre tudo. Blog engraçado, blog sério, blog corporativo, blog pornográfico, blog teen, blog feio e bonito. Sempre quis ter um blog. Um blog que tivesse zilhões de acessos por dia. Sempre soube que pra ter um blog com zilhões de acessos ele teria que ter um tema legal, textos legais, bom, coisas legais. Aê que tudo complica. Eu sou complicado (quem me conhece diria pelo menos excêntrico). Ao mesmo tempo que gosto de tudo um pouco, eu detesto de tudo um pouco. Ao mesmo tempo que mergulho de cabeça em alguma coisa, acabo enjoando rapidinho. Minha noiva (ah! Ela! A melhor mulher do mundo! A única coisa que é impossível de se enjoar!) acabou de me chamar de frenético. Ao mesmo tempo que decido o futuro do universo comecei criar esse blog também. Tenho certeza que se continuar falando sobre mim todo mundo vai achar que sou um mala sem alça que acha que o mundo gira ao redor do meu umbigo, mas, pôxa, essa aqui é a introdução. Teria que falar pelo menos sobre o que é esse blog mixuruca e pra isso precisava falar um pouco de mim. Então, eu tô mais pra sapo de lagoa. Sei de tudo um pouco e um pouco de tudo. Ou seja, sou especializado em nada. É exatamente sobre isso que esse blog vai tratar. Sobre nada e sobre tudo.









