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Archive for Setembro, 2009

Impressão digital

18 de Setembro de 2009 Deixe o seu comentário
Mosaic Frame: um produto legal!

Mosaic Frame: um produto legal!

Passei rapidinho só pra linkar um site muito legal sobre papelaria personalizada que encontrei navegando por aê. Pra ser mais exato achei no Flickr. É um tal de Moo (esse, não esse), um site gringo onde você pode usar sua fotos do Flickr para personalizar os produtos. Não é um Zazzle da vida porque a gama de produtos é bem menor, mas o que impressiona é a qualidade dos itens e a automação do processo de personalização. Você pode subir e editar as fotos em lote e é tudo muito prático. Destaque para esse produto aqui, uma espécie de porta retratos BEM legal!

* Não, não me pagaram nada pra fazer propaganda aqui no Blog, mesmo porque, acho que ninguém lê essa joça ainda…

A mulher do cara do Christafari

16 de Setembro de 2009 Deixe o seu comentário
A mulher do Mark

A mulher do Mark

A muito tempo que ouço e gosto de Christafari (gosto a ponto de comprar CD’s originais e de ter ido em um dos shows deles aqui no Brasil – aquele primeiro na Bola de Neve em 2005 - mas não a ponto de guardar a set list nem a toalhinha molhada de suor que o Mark Mohr enxugou a testa a noite toda) mas foi à poucos dias que tive interesse em ouvir a música de Avion Blackman, integrante da banda e esposa do Mark. Estava navegando pelo Youtube e esbarrei com o clipe da música “I Love You Father” do álbum Onyinye. Na hora gamei na melodia da canção e logo cliquei no vídeo de “Yeshua” que é tão envolvente quanto a primeira música. Claro que a gente logo lembra de Christafari, mesmo porque quase todas as músicas são escritas (integral ou parcialmente) pelo Mark Mohr, o maridão dela, mas é impossível de comparar por terem estilos diferentes. Avion é pra mulherzinha ou caras apaixonados (como eu, que não deixo de pensar na A.S. nem um segundo do dia. Destaque para a letra de “Sweet Life“.), Christafari é pra todas as horas. Apesar de não ser assim um Christafari, se soubesse que era tão legal tinha comprado os CD’s dela na banquinha do show. ;]

O boizinho triste e o sofrimento do peixinho

12 de Setembro de 2009 2 comentários
Vitela, uma fina iguaria.

Vitela, uma fina iguaria.

Churrasquinho da turma do trabalho, cervejinha morna no copo, linguiça apimentada, coraçãozinho de frango e kafta na grelha. Conversa vai, conversa vem. Já tínhamos falado de tecnologia, malhado o presidente da república, elogiado as caipirinhas que estavam fazendo na cozinha e então, no meio desse turbilhão de assuntos típicos de churrascos, alguém falou que só não comia carne de vitela. Perguntaram porque e do que era feito. É o aborto da vaca, foi a explicação seguida de um punhado de caras de nojo e reprovação. Depois do churras, apesar de já saber o que era vitela, vim aqui na net dar uma olhada e percebi que não é bem o aborto da vaca, mas é quase. Segundo uma pá (1,2,3) de sites (a maioria deles sobre os direitos dos animais) vitela é a carne do bezerro bem novinho, com cerca de quatro meses. A indústria laticínia constuma rejeitar os bezerros machos, já que eles não produzirão leite, e pra ganhar um dinheirinho em cima do boizinho mal amado confina o nenê (cuti cuti) numa baia apertadinha e escura. Daê entope ele de alimento líquido e em pouco tempo o bichinho já tá grandinho o suficiente pra ser abatido e vendido como uma fina iguaria do mundo alimentício. Lembrei do caso do sashimi de peixe vivo. Pesquisando melhor descobri que o sashimi se chama ikizukuri e, sim, o peixe fica mesmo vivo no seu prato, com coração batendo e guelrra se mexendo, enquanto você come ele. Bom, eu não sou vegetariano nem nada assim, justo pelo contrário. Meu negócio é carne, vermelha e mal passada. Mas determinadas coisas me causam uma certa aversão ou algo desse tipo. Não sei se sou hipócrita ou contraditório ao pensar assim, mas me sinto bem comendo carne de vaca ou sashimi, mas não me sinto bem comendo carne de vitela ou ikizukuri. Do mesmo jeito que não ligo de comer um frango, mas detesto passarinho na gaiola. Bom, se você espera uma boa conclusão pra esse texto, me desculpe, mas esse blog nem sempre vai dar respostas ou chegar em conclusões. Só não gosto de pensar no boizinho triste e nem no sofrimento do peixinho.

Olá, universo!

11 de Setembro de 2009 Deixe o seu comentário
Feijoada cerebral. Um monte de coisa cozinhando tudo junto.

Um monte de coisa cozinhando tudo junto.

Tem um monte de gente com um monte de blog por aê. Blog sobre isso, blog sobre aquilo, blog sobre nada ou blog sobre tudo. Blog engraçado, blog sério, blog corporativo, blog pornográfico, blog teen, blog feio e bonito. Sempre quis ter um blog. Um blog que tivesse zilhões de acessos por dia. Sempre soube que pra ter um blog com zilhões de acessos ele teria que ter um tema legal, textos legais, bom, coisas legais. Aê que tudo complica. Eu sou complicado (quem me conhece diria pelo menos excêntrico). Ao mesmo tempo que gosto de tudo um pouco, eu detesto de tudo um pouco. Ao mesmo tempo que mergulho de cabeça em alguma coisa, acabo enjoando rapidinho. Minha noiva (ah! Ela! A melhor mulher do mundo! A única coisa que é impossível de se enjoar!) acabou de me chamar de frenético. Ao mesmo tempo que decido o futuro do universo comecei criar esse blog também. Tenho certeza que se continuar falando sobre mim todo mundo vai achar que sou um mala sem alça que acha que o mundo gira ao redor do meu umbigo, mas, pôxa, essa aqui é a introdução. Teria que falar pelo menos sobre o que é esse blog mixuruca e pra isso precisava falar um pouco de mim. Então, eu tô mais pra sapo de lagoa. Sei de tudo um pouco e um pouco de tudo. Ou seja, sou especializado em nada. É exatamente sobre isso que esse blog vai tratar. Sobre nada e sobre tudo.

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